15 de agosto de 2017

Livros & Esmaltes #32


Olá pessoal!!


Hoje é dia da nossa deliciosa TAG #esmalteselivros!

E como o tema é livre, você pode combinar o tom do esmalte com o livro que leu ou está lendo neste momento.

Minhas Escolhas






Para as unhas francesas, utilizei os esmaltes Leite de Coco e Pétala Branca da Risqué, ambos com boas coberturas. O livro da vez é O quinto mandamento, que nos traz a história do assassinato e inquérito policial do casal Richtofen, que chocou o país e também a mim, durante a leitura.

Escolhas da Fernanda



“O esmalte é o Vermelho Royal, da Avon. Fácil de esmaltar, limpar e a cobertura é ótima! O livro é o Simplesmente o Paraíso, da Julia Quinn. Um romance de época muito gostoso de ler, estou amando!”

Escolhas da Claudia


"Esmalte Desejo, da Risqué. Eu adoro esta cor, esmalte fácil de esmaltar, boa cobertura e boa duração. O livro é Uma história de ouro e sangue, um  ótimo infanto-juvenil, do meu amigo, o super talentoso, Manuel Filho. Recomendo muito!"


Nesta edição tivemos a participação super especial da Karen Peressuti, do Blog Férias pra ontem, que nos conta experiências de viagens.

Escolhas da Karen


"Meu esmalte é o Rebu da Risqué, eu mesma pintei, mas não sou muito boa nisso! hehe. O livro é o quarto da série As Cronicas de Gelo e Fogo do escritor George R.R. Martin - O Festim dos Corvos. O seriado da HBO Game of Thrones é baseado nas cronicas. Essas cronicas são incríveis, o George R.R. Martin não deixa nenhum ponto sem nó. Eu só estou empacada já faz algum tempo (faz uns 3 que comprei os livros), mesmo sendo incrível ele é muito cansativo, são muitos personagens, muitos detalhes, mas é um dos melhores livros que já li."


E aí? Gostaram das nossas escolhas? Já conheciam algum dos livros?

Para quem quiser participar, basta nos enviar um e-mail com a foto do livro e esmalte para: pacoteliterario@gmail.com. 

Nada melhor que juntar nossas paixões e mostrar aos amigos e leitores!

Ficaremos felizes com a sua participação!!

Até a próxima!




14 de agosto de 2017

[Filme] A garota no trem


Gênero: Suspense/Drama
Ano: 2016
Elenco:  Emily Blunt, Haley Bennett, Rebecca Ferguson, Luke Evans, Justin Theroux


Dirigido por Tate Taylor, o filme nos conta a história de Rachel, que entra em depressão após se divorciar e todos os dias, no mesmo horário, embarca no trem.

Em suas idas e vindas, Rachel observa diariamente, pela janela no trem, a vida de um casal. Trata-se de Tom (ex-marido de Rachel) e Anna (atual esposa de Tom).




É importante ressaltar aqui que, no livro, o destino diário de Rachel é Londres. A adaptação se passa nos Estados Unidos e seu destino é Nova York.

Uma cena específica vivida pelo casal desencadeia em Rachel o que parece ser uma crise de ansiedade, em conjunto com uma absoluta confusão em sua cabeça sobre o que é real e o que é fantasia.



Certo dia, bate à sua porta uma detetive, que lhe questiona sobre a morte de uma pessoa. E é aí que o suspensa se inicia.

Megan, babá da filha de Anna, é encontrada morta e, a princípio, o suspeito é Scott, seu esposo. Ocorre que Megan não era nada fiel e, através das investigações de Rachel, a polícia conseguiria chegar ao culpado.

Ocorre que os depoimentos de nossa personagem principal não são levados tão a sério, tendo em vista o notável estado de confusão mental em que se encontra devido ao alcoolismo. 

Em muitos momentos, nem ela sabe o que viveu e o que fantasiou; várias lembranças surgem e desaparecem rapidamente em sua cabeça, de forma descontrolada, o que me incomodou bastante, pois não há meios para se adivinhar o que realmente ocorria.

Ao contrário do que Rachel pensava inicialmente, Tom não era um marido perfeito e ela descobre isso nesses flashes que lhe vêem à mente, após ter uma conversa com alguém que fez parte de seu passado.




No desenrolar da história, apesar do estado em que se encontrava, os policiais são obrigados a investigar o crime no sentido proposto por Rachel e, por fim, ela desvenda toda a trama.

Não, queridos leitores do blog! Nada disso que contei fica claro no livro. Aliás, não fica claro nem mesmo no filme e isso me deixou bastante irritada e cheia de dúvidas.

Passei o filme todo tentando entender porque algumas cenas foram colocadas, ao mesmo tempo em que muitas outras poderiam ocorrer e dar muito mais conexão e sequência aos acontecimentos.

Achei o enredo pouco crível, a começar pela coincidência de o caminho do trem ser exatamente em frente à casa de Tom e, ainda, de ele e a esposa estarem sempre em posições em que possam ser facilmente observados por quem está dentro do trem.

Porém, no final tudo se encaixa e se resolve de maneira interessante. Para ser clara: o final simplesmente SALVA o filme! 

Estamos falando da adaptação de um livro que foi um dos 3 mais vendidos no ano de seu lançamento! Então, não compreendi, a princípio, porque o filme não teve sequer uma indicação ao Oscar.

Ao assistir, percebi os motivos: os atores escolhidos não são talentosos quanto eu considero que um livro de tamanho sucesso exige.

Para se ter ideia, os críticos de cinema consideraram que, nem mesmo a brilhante Emily Blunt (no papel de Rachel) conseguiu se sair bem no filme. As atuações em geral são medianas e, em minha opinião, bem inferiores ao que o tema merecia.

O que mais gostei no filme foi tratar de relacionamentos abusivos e de como a personalidade do agressor geralmente não depende da vítima. Creio que a polêmica com relação ao alcoolismo também é um tema cuja abordagem é de extrema importância.

Porém, mantenho a minha opinião de que, se os dois assuntos fossem melhor trabalhados pela autora (e não apenas pelo diretor da adaptação), o filme com certeza alcançaria o sucesso almejado.




Você já assistiu ao filme? O que achou? Me conte nos comentários!





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